Alô Chifrudoooos!
Então moleques, agora vou contar um pouco a vocês sobre
minha história de terror e seu final infeliz! Vou fazer um texto bem romântico,
se emocionem, tá!?
13 de agosto de 1993, sexta feira
13! (podem vasculhar o calendário pra confirmar) Tarde nebulosa, fria... E um amigo do trabalho
me chamou pra o aniversário da melhor amiga de sua namorada. Como um bom jovem
que não perdia batido de lata, aceitei, sem nem imaginar o que me aguardava!
Chegando no aniversário me deparei logo com uma das gurias mais lindas que já
tinha visto em minha vida... A namorada do meu amigo! Mas passado o momento de
vislumbre e de volta a realidade, fomos ao encontro da aniversariante. E lá
estava ela, ruiva, 1,70cm de altura e o sorriso mais lindo que já havia visto
em minha vida, em questão de segundos a namorada de meu amigo virou a monga,
sério, foi bem louco. Logo a aniversariante gata veio cordialmente em nossa
direção, nos cumprimentou e se apresentou a mim. Ana era o nome dela,
aaaaaaaah, Ana!
Agora acabou a fuleragi, bora
falar feito Homem, então, conheci a Ana, a gente se apaixonou, e no outro ano
nos casamos e fizemos logo nosso primeiro filho, na verdade filha! O meu maior
tesouro, o bem mais precioso de minha vida!
Tava tudo lindo, maravilhoso, o
amor reinava até que, de repente... (Releiam isso que escrevi imaginando aquele
cara do Linha Direta, que passava na TV Globo, narrando as histórias dos Bicho
Papão) meu irmão, narrado brevemente no texto anterior veio falar comigo e
pedir arrego porque foi despejado do apartamento... Eu não tive escolha, pensei
logo em minha véia (mãe) e não tive coragem de negar ajuda, era irmão, sangue do sangue e família sempre foi
tudo!
Passaram-se uns meses e descobri
que ele estava me chifrando com minha esposa... A vibe foi louca. E o melhor eu
ainda nem contei, Ana ficou grávida... E uma das poucas certezas que tenho na
vida é de que o filho é meu sobrinho, tendeu!? Fio muito tenso lidar com isso,
mas coloquei meu irmão de casa pra fora, fiquei por lá até a criança nascer e a
poeira baixar e depois sai de casa, mudei de estado e agora tenho um blog. É,
cada um se vira como pode.
Vou dormir, Tchau e pra não
perder o costume: fica de olho moleque.
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